
Corre na linha do trem, criança
Corre sem destino
Larga pra trás a tristeza
E deixa tua alma vagar
nesses matos vazios
nestes matos queimados
O trem já se foi
Corre!
Vai atrás dele
E olha pro céu
Ela está ali
A esperança ainda vaga por ai
Corre sem destino
Larga pra trás a tristeza
E deixa tua alma vagar
nesses matos vazios
nestes matos queimados
O trem já se foi
Corre!
Vai atrás dele
E olha pro céu
Ela está ali
A esperança ainda vaga por ai
...
Às vezes ela aparece
Na forma de uma mulher
Aquela
Que é a noite boêmia de uma vida breve
Que está sempre por se realizar
...
Aquele olhar não se afastará de suas lembranças noturnas jamais!
Como se fora uma maldição
Para mostrar-te
Que ai dentro
Ainda bate um coração ébrio
Que jamais se confortará
A não ser
Que aqueles olhos
Escuros olhos
Inebriantes como os de Cabíria
Permaneçam nos seus delírios lunares
Permaneça para reconfortar
À luz da lua sob a Piazza Di´spagna
Às vezes ela aparece
Na forma de uma mulher
Aquela
Que é a noite boêmia de uma vida breve
Que está sempre por se realizar
...
Aquele olhar não se afastará de suas lembranças noturnas jamais!
Como se fora uma maldição
Para mostrar-te
Que ai dentro
Ainda bate um coração ébrio
Que jamais se confortará
A não ser
Que aqueles olhos
Escuros olhos
Inebriantes como os de Cabíria
Permaneçam nos seus delírios lunares
Permaneça para reconfortar
À luz da lua sob a Piazza Di´spagna
4 comentários:
Olá, Oswaldo!
Não vou dizer muito sobre esta tuas "Noites de Cabíria". Qualquer palavra a mais ou a menos pode retirar-lhe muto do valor que tem: BRILHANTE.
Parabéns.
Oi David, talvez se eu tivesse nascido Oswaldo teria virado pederasta ou pedófilo. Obrigado pelo elogio, e um dia conhecerei as terras dos meus antepassados. Só não sei se eram Mouros, Judeus, Celtas da Luzitânia ou mesmo um soldado romano desertor, que fugiu com uma ninfa.
Hey Santos, perdão, mas não me elogie assim... Posso ser tomado pelo dragão da soberba.
Santos, Mande lembranças ao Esteves, aquele da tabacaria.
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